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:: Segunda-feira, Julho 17 ::
primeira vez que tocarei de pé
No show do Teatro de Arena, como convidado do coletivo Antena, o input_output não usará baixo, a guitarra será explorada ainda mais como geradora de texturas, associada a pedais de efeito, e a bateria tradicional será substituída por um prato de ataque conectado também a um pedal de efeitos, por meio de captador de contato.
Ainda tocarei um mini-xilofone e um maracanã.
vai ser lindo!
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FELIPE OLIVEIRA 9:35 AM [+] ::
:: Quinta-feira, Julho 13 ::
Simples e esclarecedora
Arte é a busca do sublime, eternizar, marcar para sempre e para todos, para o mundo, algo atemporal. Já a publicidade é a busca pelo vulgar, do instantâneo e passageiro, é datada, e se dirige a um grupo específico. o sublime e o vulgar. Este foi o tema do breve almoço/palestra com Gabriel Zellmeister, na qual tive a oportunidade de participar. Além de arte e publicidade o Gabriel abordou ainda a relação entre artistas plásticos, cineastas, músicos e fotografos com o meio da publicidade.
Zellmeister começou a trabalhar em publicidade aos 15 anos, em 1966. Com formação em artes plásticas, fotografia, artes gráficas, cinema e comunicação, ocupou cargos de Diretor de Arte, Redator e Diretor de Criação em várias agências e, aos 24 anos, já era um dos profissionais mais respeitados do país. Tá ele é um dos grandes gênios e acionistas da W/Brasil e ao lado de Washington Olivetto já levou pro lixo vários leões de ouro.
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FELIPE OLIVEIRA 5:49 PM [+] ::
:: Segunda-feira, Julho 10 ::
o que é arte ? o que é publicidade ?
"A adoção de estratégias não-convencionais de comunicação pelas empresas brasileiras esteve presente nos dois principais jornais paulistanos nesta segunda-feira. No O Estado de S.Paulo, o caderno de Negócios traz a matéria ¿Aposta no inusitado é forma de se destacar¿ (burramente só para assinantes), que dá enfoque maior ao marketing viral e o potencial dos internautas de disseminar informações. Já a Folha de S.Paulo traz na capa da Ilustrada a matéria ¿Briga de Rua¿, na qual sugere que artistas e empresas disputam espaço público. Cita, entre as novas estratégias para chamar atenção do consumidor, o grafite feito para divulgação do filme ¿A Concepção¿ e o stencil do 24 Horas feito pela Espalhe em 2005. Do outro lado do balcão, a reportagem traz Marc Shiller, do Wooster Collective, menosprezando as novas formas de comunicação, além de contar a história do artista paulistano Eduardo Srur, que produziu o curta Atentado, no qual registra as intervenções em outdoors espalhados pela cidade. Uma forma, aliás, bem guerrilheira de divulgar o seu trabalho.
A iniciativa dos dois jornais de fugir da cobertura da publicidade tradicional e abrir espaço para novas formas de comunicação é muito boa. Serve como alerta para as empresas brasileiras que ainda não acordaram para o fato de que não basta apenas investir em anúncios pagos para chegar até o consumidor. A idéia da pauta da Folha é bem bacana e só peca por não se aprofundar mais no assunto. Mais do que briga por espaço, há uma discussão mais interessante acontecendo: será que as ações que utilizam grafite, entre outras formas, podem ser consideradas arte? Se a resposta for positiva, e acredito que é, a utilização da arte urbana pelas empresas abre espaço para uma parceria vantajosa para as duas partes, além de proporcionar ao consumidor uma comunicação mais criativa e proveitos"'.
Bjs, Tati Lima - Fan Comunicação
***cópiado do blog de guerrilha***
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FELIPE OLIVEIRA 9:21 AM [+] ::
:: Sábado, Julho 8 ::
TONIOLO, TONIOLO...
Até ele quer tirar uma onda com a moda da comunicação/arte urbana.
http://paginas.terra.com.br/arte/359/marcelloc02.htm
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FELIPE OLIVEIRA 10:56 AM [+] ::
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